A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, na terça-feira (19/10), a terceira fase da operação Gatos, com o objetivo de fiscalizar o consumo irregular de energia elétrica em estabelecimentos comerciais na capital e Região Metropolitana. O trabalho foi deflagrado em parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que recolheu os medidores com indícios de irregularidades. Seis pessoas foram presas em flagrante.

Policiais da Delegacia Especializada em Investigação e Repressão a Crimes Rurais, que integra o Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), acompanharam os técnicos da Cemig para a realização de testes, e os equipamentos foram fotografados, lacrados e enviados para perícia.

De acordo com o delegado Gustavo Barletta, o desvio e subtração de energia e adulteração do medidor configura em tese, o crime de furto. “Os envolvidos poderão responder pelo crime previsto no Código Penal no artigo 155, que estipula multa e pena de até quatro anos de reclusão”, informou.

Na primeira fase da operação, no início de maio, o proprietário de um estabelecimento comercial foi preso por furto de energia.

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Na segunda fase, estabelecimentos comerciais da região Leste da capital mineira foram vistoriados.

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A ação contou com o apoio da 2a Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto e Roubo.